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	<title>Sou Agro &#187; Educação</title>
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		<title>Veterinários lançam campanha para combater o tráfico de animais selvagens</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 21:45:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A ação faz parte das comemorações dos 45 anos do Sistema CFMV/CRMV’s e pretende esclarecer sobre um dos maiores comércios ilegais</p>
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				<content:encoded><![CDATA[
<p>O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) lançou neste sábado, 18 de maio, em diversas cidades brasileiras, uma campanha nacional de combate ao tráfico de animais selvagens para conscientizar e mobilizar a sociedade e as autoridades envolvidas no assunto. O objetivo é marcar as comemorações dos 45 anos do Sistema CFMV/CRMV’s e promover mudanças no cenário.</p>
<p><a href="http://souagro.com.br/wp-content/uploads/2013/05/faixa_2x1-e1369084019968.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-31276" alt="Divulgação CFMV" src="http://souagro.com.br/wp-content/uploads/2013/05/faixa_2x1-e1369084019968.jpg" width="588" height="294" /></a></p>
<p>O comércio ilegal de animais selvagens, depois do tráfico de drogas e de armas, é a maior atividade clandestina no mundo. E o Brasil, devido à sua imensa biodiversidade, é um dos principais alvos dos traficantes.</p>
<p>“Estão nos roubando muito mais do que animais. É o nosso patrimônio, parte da identidade do País, que está sendo dizimado. Mais de 10% dos 1,4 milhão de seres vivos catalogados no planeta estão em solo brasileiro. Na classificação mundial em biodiversidade de espécies, o Brasil é o país com maior número de primatas, borboletas e anfíbios”, ressalta o presidente do CFMV, Benedito Fortes de Arruda.</p>
<p>Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em dimensões continentais, o País abriga mais de 100 mil espécies de invertebrados e, aproximadamente, 8,2 mil espécies vertebradas – 713 mamíferos, 1.826 aves, 721 répteis, 875 anfíbios, 2.800 peixes continentais e 1.300 peixes marinhos –, das quais 627 estão ameaçadas de extinção.</p>
<p>As ações planejadas pelo CFMV para a campanha contra o tráfico de animais selvagens pretendem, além de alertar a sociedade brasileira, engajar a população a exigir soluções e denunciar o comércio ilegal de animais. “Também queremos chamar a atenção para a necessidade de melhora na estrutura dos centros que recebem os animais apreendidos nas operações policiais. Entendo que a campanha seja um primeiro passo para garantir a preservação do nosso patrimônio, a conservação da nossa biodiversidade”, avalia Arruda. Ele acrescenta que os traficantes se especializaram, contam com estruturas eficientes e com o apoio de outras atividades ilegais. “Nós precisamos reagir. Atualmente, estamos perdendo essa luta”, conclui.</p>
<p>Os estados do Maranhão, Bahia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Minas Gerais e, é claro, os da Região Amazônica, são os locais onde os animais silvestres correm mais risco. Depois de capturados, eles passam por vários intermediários até chegarem aos grandes contrabandistas que ficam no eixo Rio &#8211; São Paulo. Das duas capitais, a maior parte é despachada para outras regiões na América do Sul e até outros continentes pelas mãos de traficantes brasileiros e estrangeiros; outra parte é comercializada até em feiras livres dos grandes municípios da região Sudeste, às vezes envolvendo mão-de-obra infantil, o que é outra contravenção.</p>
<p><strong>O que diz a Lei</strong><br />A Lei de Crimes Ambientais, criada em fevereiro de 1998, considera os animais, seus ninhos, abrigos e criadouros naturais, propriedade do Estado, considerando que a compra, a venda, a criação ou qualquer outro negócio envolvendo animais silvestres é crime inafiançável.</p>
<p><strong>Dados</strong><br />A cada ano, 38 milhões de espécimes selvagens são capturadas da natureza em território brasileiro, de acordo com a ONG Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (RENCTAS). Depois das drogas e das armas, esse é o terceiro maior comércio ilegal do mundo, movimentando até US$ 20 bilhões por ano.<br />De cada dez animais traficados, apenas um sobrevive – 90% morrem durante o transporte, segundo dados do Ibama. A maior parte das mortes ocorre no transpote, feito em condições muito impróprias e cruéis: animais dopados e amontoados em sacolas, malas, canos de PVC ou pequenas gaiolas. Os que sobrevivem ao transporte podem morrer no cativeiro, por não se adaptarem à vida sem liberdade ou não terem manejo adequado.</p>
<p>Entre as espécies mais traficadas estão aves (80%), como papagaios, periquitos, canários, tucanos e araras, jabotis, tartarugas, jacarés, capivaras, coelhos e borboletas.</p>
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		<title>Pesquisa da USP aponta importância das passagens nas rodovias para preservação da fauna</title>
		<link>http://souagro.com.br/pesquisa-da-usp-aponta-importancia-das-passagens-nas-rodovias-para-preservacao-da-fauna/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2013 19:57:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Agro]]></category>
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		<category><![CDATA[rodovia]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Travessias]]></category>
		<category><![CDATA[usp]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>As travessias contribuem para reduzir o número de atropelamentos de animais silvestres, melhorando também a segurança dos usuários das rodovias</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Cristina Rappa</span><br /><br />No final de abril, notícia de atropelamento de um gato-mourisco, também conhecido como jaguarundi (Puma yaguaroundi), por veículo que trafegava em alta velocidade na rodovia das Cataratas, no caminho para o aeroporto de Foz do Iguaçu (PR) movimentou as redes sociais e comoveu entidades protetoras de animais.<br /><br />O episódio é, infelizmente, mais comum do que parece e ocorre em diversas regiões do País. No movimentado sistema Anhanguera/Bandeirantes, por exemplo, que corta boa parte do Estado de São Paulo, são registrados cinco atropelamentos de animais por dia, de acordo com os dados da Autoban, a concessionária que administra essas rodovias.<br /><br />Pois um projeto para dissertação de mestrado defendida em 2012 no Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP) mostrou que uma medida simples e já existente em países europeus e da América do Norte pode contribuir para proteger a fauna, com a redução do número de atropelamentos de animais silvestres em rodovias de todo o Brasil. São as chamadas passagens de fauna, que consistem normalmente em túneis ou pontes para facilitar a travessia com segurança dos animais, incentivando sua conexão, para minimizar o isolamento genético.</p>

<div id="attachment_30930" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-30930" alt="Foto divulgação. Rodovia do Sol." src="http://souagro.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Captura-de-tela-2013-05-07-às-16.55.48-300x224.png" width="300" height="224" /><p class="wp-caption-text">Tamanduá fazendo uma travessia segura em um dos faunodutos da Rodovia do Sol.</p></div>

<p>Com câmeras instaladas em dez túneis, a pesquisadora Fernanda Dalborgo Abra monitorou, durante um ano, as passagens inferiores de fauna da rodovia SP-225, que liga os municípios paulistas de Dois Córregos e Itirapina. O objetivo da pesquisa, inédita no Brasil, era checar se as passagens eram usadas de fato pelos animais e se contribuíam, assim, para diminuir os acidentes e aumentar a segurança dos motoristas. Durante a pesquisa, as imagens flagraram quase 800 animais de 21 espécies usando as passagens, principalmente mamíferos de médio e grande porte, como veados, capivaras, tatus e lobos-guarás. <br /><br />Estudos internacionais mostram que as passagens reduzem em até 87% os acidentes com animais nas rodovias pavimentadas que cortam o habitat dos animais silvestres. Além de promover danos à fauna, esses acidentes podem causar prejuízos e até a morte dos ocupantes dos veículos, especialmente se os animais forem de grande porte, como a capivara, cujo adulto pode pesar até 90 quilos e costuma andar em grupos. A capivara é a espécie silvestre que é mais atropelada nas rodovias do Estado de São Paulo, segundo mostrou a pesquisa da bióloga Fernanda Abra. <br /><br />Poucas passagens<br /><br />De acordo com a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de S. Paulo (Artesp), em pouco mais de 3,5 mil quilômetros de rodovias administradas por concessionárias no Brasil, existem apenas 81 passagens, número considerado baixo para a pesquisadora da USP, que apresentou o resultado de seu estudo para a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e para o DEFAU (Departamento de Fauna do Estado de São Paulo). <br /><br />A boa notícia é que os processos de licenciamento ambiental das novas rodovias e das que estão sendo duplicadas já preveem a implantação de estruturas para evitar os atropelamentos, como a construção de túneis, pontes ou cercas.  Uma medida simples, como a adaptação do tamanho dos tubos de drenagem de córregos que margeiam as rodovias para que eles sirvam também para a travessia de fauna, já traria resultados, segundo os ambientalistas.<br /><br />Além disso, a Portaria Interministerial 423, do final de 2011 e envolvendo os ministérios do Meio Ambiente e Transportes, determinou a criação do Programa de Rodovias Federais Ambientalmente Sustentáveis. A idéia é regularizar as rodovias federais que não possuem licença ambiental, determinando a realização de programas de monitoramento de fauna, com a consequente adaptação da via, visando a evitar os atropelamentos.<br /><br />Algumas empresas concessionárias têm iniciativas próprias, como a Autoban, que fez uma parceria com uma ONG de proteção animal. A entidade, além de recolher e encaminhar para tratamento os animais que sobrevivem ao atropelamento, desenvolve uma campanha de conscientização junto aos motoristas dessas rodovias.<br /><br />Para minimizar a chance de acidentes com animais cortando a estrada, os motoristas devem respeitar a sinalização que indica sua presença e diminuir a velocidade, a fim de terem condições de antecipar uma manobra no caso de um imprevisto.<br /><br />Mais informações no site <a href="http://www.usp.br/aun/exibir.php?id=4552">USP</a></p>
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		<title>Para ler e aprender sobre agricultura e meio ambiente</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 14:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Agro]]></category>
		<category><![CDATA[agrinho]]></category>
		<category><![CDATA[educação infantil]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Publicações apostam em jogos, histórias, curiosidades, brincadeiras sobre atividades do campo tanto ao público infantil quanto para capacitação de professores </p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-decoration: underline;">Cinthia Fanin</span></p><p><strong><span style="line-height: 24px;">A Granja Kids – Turma do Dadico<br /></span></strong>A obra retrata as atividades no campo pela visão das crianças e é veiculada mensalmente com A Granja, uma das revistas comerciais especializadas na área agrícola mais tradicionais do País. Na história em quadrinhos, Dadico e os amigos Huguinho, Belinha, Sasaki, Reinaldo, Andefino, Tio Gusta, Seu Martins, Itu (cãozinho) e Bambolê (touro) vivenciam histórias cotidianas ambientadas no meio rural. A Granja Kids – Turma do Dadico tem atividades de passatempos, como o “colhe-palavras”, uma derivação do caça-palavras, ache os sete erros e figuras para colorir. Mais informações pelo site <a href="http://www.agranja.com.br/index/kids" target="_blank">A Granja Kids</a>  ou via <a href="comercialsp@agranja.com" target="_blank">e-mail</a>.</p><p><strong><img class="alignleft  wp-image-30775" alt="" src="http://souagro.com.br/wp-content/uploads/2013/04/a_viagem_das_sementes_embrapa.jpg" width="224" height="314" />Livraria Embrapa</strong><br />Estimular a leitura e o conhecimento sobre questões ambientais junto ao público infantojuvenil também faz parte das diretrizes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Ao todo, a empresa lançou mais de 220 títulos direcionados a crianças, jovens e educadores, como a série Cartilha dos Jogos Ambientais da Ema, Fotossíntese e Aquecimento Global, O Mulungu, A Menina e o Espantalho, A viagem das sementes – agraciado com o Jabuti, principal prêmio concedido na área editorial brasileira –, Yvyra Poty – A protetora das águas (escrito também em Guarani, para incentivar os pequenos leitores no contato com línguas indígenas) e muitos outros. Outra boa dica é o site <a href="http://ccw.sct.embrapa.br/" target="_blank">Contanto Ciência</a>, com jogos, informações sobre ciência e tecnologia e uma biblioteca onde é possível ler algumas obras online. As publicações podem ser adquiridas ainda pelo site da <a href="www.embrapa.br/liv" target="_blank">Livraria Embrapa</a> ou via <a href="sct.vendas@embrapa.br" target="_blank">e-mail</a>  ou pelo telefone: (61) 3448-4236.</p><p><br /><strong>Agrinho</strong><br />O Programa Agrinho foi desenvolvido como proposta pedagógica a alunos a partir do Ensino Fundamental. A iniciativa promove ainda a capacitação dos professores e o envio de materiais para todas as crianças matriculadas nas escolas das redes municipal e estadual. No site <a href="http://www.agrinho.com.br" target="_blank">Agrinho</a>  há uma área para troca de experiências de professores e demais profissionais, conteúdos para downloads, vídeos, Espaço do Aluno, jogos e histórias. A ação faz parte do Sistema FAEP – SENAR Paraná, da Federação da Agricultura do Estado do Paraná e do Sindicato Rural paranaense.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Livro infantil estimula conhecimento sobre a produção agrícola</title>
		<link>http://souagro.com.br/livro-infantil-estimula-conhecimento-sobre-a-producao-agricola/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 20:43:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Agro]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ideia é aproximar crianças e jovens da história da agricultura de maneira didática e divertida</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-decoration: underline;">Cinthia Fanin</span></p><p><a href="http://souagro.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Sou-Agro-livro-infantil.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-30702" alt="Sou Agro - livro infantil" src="http://souagro.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Sou-Agro-livro-infantil-237x300.jpg" width="237" height="300" /></a>Falar de agricultura em um País onde 70% da população hoje é urbana e muitas crianças podem achar que o leite vem da caixinha que compramos no supermercado e que galinha é um alimento que já vem pronto em um saquinho e não tem cabeça, não tem bico, nem penas, é um grande desafio. Segundo a jornalista Ruth Bellinghini, especialista na área de Ciências e Saúde, nossas crianças estão ficando incapazes de reconhecer uma batata se ela não estiver cortada em palitos e frita. A partir deste contexto e em parceria com a Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), a jornalista lançou este ano Pequenas Histórias de Plantar e Colher, com distribuição gratuita (vide Serviços).<br /> <br /> “A obra mistura História, Geografia, Biologia e Química, sempre com textos curtos, linguagem simples e ilustrações atraentes. Pesquisei muito e confesso que foi difícil selecionar o que iria para o livro”, conta. Bellinghini diz que até achou na internet uma carta de um cruzado do século 13 descrevendo o ‘sal doce’ – nome dado ao açúcar na época. “Toda a equipe teve uma preocupação muito grande de que o livro fosse bem didático e com uma linha do tempo desde a pré-história até os dias atuais”, explica.<br /> <br /> De acordo com José Annes, gerente de Educação da Andef, este projeto nasceu de uma conversar entre amigos ligados à área agrícola. “Buscamos especialistas que se interessassem em pesquisar, estudar e viver essa experiência e foi aí que conhecemos a Ruth e o Alex Argozino [ilustrador], grandes profissionais que tornaram esta obra possível e ao alcance de muitas pessoas que querem conhecer nosso maior bem, a agricultura. Além de atingir quem serão os nossos futuros profissionais de agro”, afirma.<br /> <br /> Annes enfatiza ainda que professores podem usar a obra em sala de aula, já que um guia acompanha a mesma. “A distância das crianças da realidade do campo está cada vez maior, e não podemos esquecer que nossa vocação ainda é agrícola”.</p><p>Acompanhe, a seguir,  um bate-papo com a jornalista Ruth Bellinghini:</p><p><b><br /> Sou Agro: Está é a sua primeira publicação sobre o tema? Há outros projetos similares?</b><br /> <b>Ruth Bellinghini:</b> Sim, e a ideia é que ele fosse paradidático, algo divertido e interessante que pudesse ser usado em sala de aula. Já há a intenção também de produzir outra obra, desta vez voltada para o público adolescente, sobre profissões do campo. <br /> <br /> <b>SA: Para quem estiver interessado, como é possível comprar o livro?<br /> RB:</b> É gratuito e deve ser solicitado via e-mail à Andef (endereço em Serviço), que prioriza as escolas. Acho importante dizer que empresas da área, secretarias de Educação e Agricultura também podem entrar em contato para publicar o livro e, se for o caso, dar aos professores. É possível ainda fazer download.</p><p><b>SA: O material é voltado para crianças de qual faixa etária?<br /> RB: </b>Eu pensei em crianças da 7ª à 9ª série. A gente aborda temas complicados, como genética, por exemplo; mas nada que elas não possam compreender, ainda mais com apoio do professor.<br /> <br /> A jornalista é especializada nas áreas de Ciências e Saúde. Foi bolsista do <i>Marine Biological Lab</i>, em Woods Hole, Massachusetts, onde estudou Embriologia, e do <i>Massachusetts Institute of Technology (MIT)</i>, onde fez <i>Knight Fellow</i> (2002-2003), que é uma bolsa para jornalistas de Ciência. Com a volta ao Brasil, foi convidada pela Monsanto para um projeto de tecnologia, em que ministrava palestras aos colaboradores da empresa e, em parceria com técnicos e pesquisadores, em escolas e faculdades, além de pessoas interessadas pelo tema.<br /> <br /> <b><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span></b></p><p>Pequenas Histórias de Plantar e Colher (2013)<br /> Livro direcionado ao público infantil e a professores de autoria da jornalista Ruth Bellinghini, em parceria com a Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef) – ilustrações de Alex Argozino.</p><p>A distribuição é gratuita com solicitação via e-mail andef@andef.com.br, e disponível para download em <a title="livro infantil andef" href="http://andefedu.com.br/publicacoes/livros" target="_blank">http://andefedu.com.br/publicacoes/livros</a> . <a title="livro infantil andef" href="http://andefedu.com.br/publicacoes/livros"><br /></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Louis Dreyfus abre programa de trainee</title>
		<link>http://souagro.com.br/louis-dreyfus-abre-programa-de-trainee/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2012 21:28:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Agro]]></category>
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		<category><![CDATA[Louis Dreyfus Commodities]]></category>
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		<category><![CDATA[trainee]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Profissionais recém-formados podem se inscrever para programa de um a dois anos</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Redação</span></p>
<p>Profissionais recém-formados que concluíram a graduação entre julho de 2010 e dezembro 2012 podem se inscrever até o fim do mês no programa de trainee da Louis Dreyfus Commodities (LDC), uma das maiores empresas do agro mundial. Há vagas em diferentes regiões do Brasil e em diversas áreas, como industrial, comercial, logística, qualidade e sustentabilidade.</p>
<p>O programa pode ter um a dois anos, dependendo da vaga, e inclui treinamentos e acompanhamento profissional. Além do prazo de conclusão da graduação, os requisitos são o domínio do inglês, conhecimento do pacote de programas de computador Office e disponibilidade para viagens ou para mudança de cidade e estado.</p>
<p>As inscrições devem ser feitas pela internet, no <a href="http://www.ldcom.com.br/TrabalheConosco/Paginas/programaTrainee.aspx" target="_blank">site da empresa</a>. Depois de receber um e-mail de confirmação, os candidatos passarão pelas seguintes etapas de seleção: provas de inglês e raciocínio lógico por e-mail, dinâmicas de grupo, entrevista individual com o RH, painel com os gestores da área e entrevista final.</p>
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		<title>Iniciativa educacional destaca agroenergia</title>
		<link>http://souagro.com.br/iniciativa-educacional-destaca-agroenergia/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Aug 2012 22:05:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Agro]]></category>
		<category><![CDATA[agroenergia]]></category>
		<category><![CDATA[bioeletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[conscientização]]></category>
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		<category><![CDATA[presidente Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[projeto AGORA]]></category>
		<category><![CDATA[Única]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ação vai premiar os melhores trabalhos estudantis sobre o tema: “que tipo de energia o Brasil precisa e de onde ela virá?”</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Redação</span></p>
<p>O <a href="http://www.projetoagora.com.br" target="_blank">Projeto Agora</a> lançou nova iniciativa educacional dedicada à conscientização de estudantes sobre as diferentes fontes energéticas disponíveis, entre elas o etanol e a bioeletricidade, ambos derivados da cana-de-açúcar, que juntos já respondem por 16% de toda a energia utilizada no País.</p>
<p>Batizada de “Desafio Energia + Limpa”, a ação vai premiar 29 jovens autores das cartas mais criativas endereçadas à presidente Dilma Rousseff, abordando o tema: “que tipo de energia o Brasil precisa e de onde ela virá?”. A iniciativa pretende atingir cerca de 900 mil alunos dos 8º e 9º anos da rede pública de ensino de dez Estados brasileiros e do Distrito Federal (DF).</p>
<p>O diretor de Comunicação Corporativa da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Adhemar Altieri, cuja entidade é uma das apoiadoras do Agora, destaca a importância do esforço para o debate sobre o futuro energético do País e do planeta:</p>
<p>“É fundamental que esta temática chegue às salas de aula e estimule a reflexão entre futuros governantes e formadores de opinião, para que fique clara a importância de se ter uma matriz energética bem definida. Só com o papel de diferentes opções energéticas estabelecido para o longo prazo, será possível viabilizar a redução progressiva das emissões de gases que causam o efeito estufa (GEEs) e levam ao aquecimento global”.</p>
<p>As inscrições vão até o dia 20 de setembro pelo site <a href="http://www.energiamaislimpa.com.br" target="_blank">www.energiamaislimpa.com.br</a>.</p>
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		<title>Oportunidades para trainees</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Aug 2012 21:11:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Agro]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[jbs]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Grupo JBS abre ao menos 30 vagas para estudantes e recém-formados</p>
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				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Redação</span></p>
<p>A JBS está com inscrições abertas para a 2ª edição do seu programa de trainee. Os interessados têm até o dia 30 para se inscrever. Voltado à divisão de carnes da empresa, o programa tem duração de 18 meses. Os selecionados passarão por todos os setores da indústria e desenvolverão projetos relacionados às metas da unidade em que foram alocados.</p>
<p>Em 2011, segundo a empresa, foram cerca de 15 mil inscritos, dos quais 22 foram selecionados e estão hoje distribuídos por uma das 42 unidades da divisão de carnes do grupo. “Esses jovens profissionais terão condições de assumir cargos de supervisão, coordenação e até mesmo a gerência industrial de uma unidade”, afirma Fernanda Campos, gerente de Recursos Humanos da JBS e responsável pelo programa.</p>
<p><em><strong>Requisitos </strong></em><br />Para participar do programa, que tem início em 2013, os candidatos precisam ter concluído o curso universitário entre dezembro de 2010 e dezembro de 2012. É desejável que tenham nível de inglês intermediário e é indispensável que possuam disponibilidade para mudança de cidade.</p>
<p>Serão aceitos candidatos formados nos cursos de Administração de Empresas, Administração de Produção, Administração Industrial, Administração de Produção e Logística, Agronegócios, Agronomia, Ciências dos Alimentos, Engenharia Agrícola, Engenharia Agrícola e Ambiental, Engenharia de Agronegócios, Engenharia Agronômica, Engenharia Ambiental, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Produção, Engenharia de Processos, Engenharia de Produção Elétrica, Engenharia de Produção Mecânica, Engenharia de Produção Agroindustrial, Engenharia Industrial Elétrica, Engenharia Industrial Mecânica, Engenharia Industrial, Medicina Veterinária, Zootecnia.</p>
<p><em>* Para informações e inscrições: <a href="http://www.jbstrainee.com.br" target="_blank">www.jbstrainee.com.br</a>.</em></p>
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		<title>Campo bem na escola</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jul 2012 21:52:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Alunos de escolas de municípios rurais de SP têm melhor desempenho que seus colegas urbanos</p>
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				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Ronaldo Luiz</span></p>
<p>Uma pesquisa da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP (FEA-RP/USP) revela que alunos do ensino fundamental de escolas públicas dos municípios rurais do Estado de São Paulo têm melhor desempenho e taxas de aprovação, bem como menos reprovação e abandono de sala de aula se comparados aos seus colegas das cidades.</p>
<p>Intitulado &#8220;Relação entre perfil socioeconômico, desempenho escolar e evasão de alunos: Escolas do Campo e Municípios Rurais no Estado de São Paulo&#8221;, o estudo, de autoria da pesquisadora Carla Baraldi Artoni, integra o Programa de Pós-Graduação em Administração de Organizações da FEA e é parte integrante de uma pesquisa de abrangência nacional, que será concluída em 2014. “Até o momento temos dados de São Paulo e Minas Gerais”, diz a professora Cláudia Souza Passador, coordenadora geral do estudo.</p>
<p>O trabalho analisou dados da Prova Brasil e do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) de 2007 e 2009, além das taxas de aprovação, reprovação e abandono escolar. Além disso, a pesquisa comparou os resultados das escolas com base em dois critérios utilizados para caracterizar um município como rural ou urbano: a Tipologia de Veiga e a classificação do IBGE. “Todos esses indicadores são os principais para o diagnóstico da qualidade educacional no País”, destaca Cláudia.</p>
<p>Baseado na Tipologia de Veiga, que classifica os municípios de acordo com a população, densidade demográfica e proximidade com as metrópoles, o resultado do estudo mostra que os alunos das escolas de municípios rurais de São Paulo estão à frente dos estudantes do meio urbano. Segundo Cláudia, a pesquisa dá pistas de que a boa performance dos estudantes paulistas se deve à oferta e qualidade de professores e à boa infraestrutura do Estado, diferentemente do que acontece em outras regiões do País. &#8220;Em Minas Gerais, por exemplo, o resultado foi oposto. Lá, apuramos que os alunos das escolas urbanas se saíram melhor.”</p>
<p>Esmiuçando a análise dos dados de São Paulo, a professora afirma que o número menor de alunos nas escolas do meio rural em relação às dos municípios urbanos é um fator positivo para a qualidade da educação no campo. Soma-se a isso, ressalta Cláudia, que as mazelas sociais existentes e mais acentuadas nas cidades &#8211; justamente pelo volume populacional &#8211; mas ainda não tão críticas no meio rural interferem na performance escolar.</p>
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<p>&#8220;Além disso, os indicadores de desempenho escolar dos municípios rurais, de acordo com a Tipologia de Veiga, enaltecem as escolas de pequenas cidades em relação aos grandes centros urbanos&#8221;, frisa a pesquisadora Carla, acrescentando ainda que a participação dos pais na educação dos filhos, facilitada nos municípios de menor porte, resulta no melhor desempenho escolar dos alunos. “É um dado que atesta a presença da família como fator relevante para uma boa educação”, pontua Cláudia.</p>
<p>Já em outro recorte da pesquisa, que compara indicadores da Prova Brasil e do IDEB baseados na caracterização estabelecida pelo IBGE, as escolas urbanas apresentam melhores resultados do que as rurais. No entanto, a professora chama atenção para o fato de que a classificação do que é rural ou urbano no Brasil tem equívocos. Segundo ela, muitos municípios que, na verdade, são rurais, têm sua economia baseada no agro, são tipificados como urbanos simplesmente por critérios ligados à arrecadação de impostos, “para arrecadar mais”.</p>
<p>&#8220;O IBGE diz, por exemplo, que uma localização onde vivem dois mil habitantes já pode ser considerada um município urbano&#8221;, observa Carla. De acordo com a pesquisadora, por levar em conta o tamanho populacional do município e sua densidade demográfica, a Tipologia de Veiga traz resultados mais ponderados. “Isso porque por este método a quantidade de municípios rurais é maior.&#8221;</p>
<p>Para Cláudia, infelizmente existe um certo consenso por aqui de que somos um país industrial, “e não somos”, e por isso o grosso dos investimentos em educação é direcionado para o meio urbano. “O problema é que o Brasil não se vê como um país do agro, e deveria se ver assim”, salienta a professora, lembrando ainda que existem milhares de cidades pequenas, de economia agrícola, e que “as políticas públicas educacionais para estes municípios deveriam ser fortalecidas”.</p>
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		<title>Bolsa para mestrado internacional em café</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jun 2012 13:58:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Agro]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa de estudos]]></category>
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		<category><![CDATA[Fundação Ernesto Illy]]></category>
		<category><![CDATA[Illycaffè]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[mestrado]]></category>
		<category><![CDATA[Trieste]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Oferecido pela Fundação Ernesto Illy, na Itália, curso aborda ciência e economia do produto agrícola</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Redação </span></p>
<p>Estão abertas as inscrições para a bolsa de estudos do International Masters in: “Coffee Economics and Science” 2013 (mestrado internacional em economia e ciência do café), oferecido pela Fundação Ernesto Illy, na sede da illycaffè, em Trieste (Itália).</p>
<p>Para concorrer, os interessados devem enviar currículo e carta de apresentação &#8211; ambos em inglês -, explicando o interesse em participar do curso, para o e-mail <a href="mailto:unilly@unilly.com.br" target="_blank">unilly@unilly.com.br</a> até o dia 15 de junho.</p>
<p>Para se candidatar, exige-se envolvimento com atividades cafeeiras e fluência na língua inglesa. Com duração de cinco meses (400 horas), o curso começa em janeiro de 2013 e terá todas as aulas ministradas em inglês.</p>
<p>O mestrado é direcionado a profissionais graduados em Economia, Administração, Engenharia, Engenharia Agronômica ou Ciências. O conteúdo abrange as áreas de Economia-Administração, Biologia-Agronomia e Tecnologia. Todo o ciclo produtivo do café, desde o seu cultivo até os serviços de alimentação, incluindo também a logística e o processo de industrialização, serão abordados.</p>
<p>Para mais informações: Università del Caffè del Brasile &#8211; <a href="mailto:unilly@unilly.com.br" target="_blank">unilly@unilly.com.br</a> / (11) 3732-2034.</p>
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		<title>Cursos de pós-graduação no agro</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jun 2012 14:52:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Agro]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[certificação]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Faculdade de SP está com inscrições abertas para diversas especializações no setor</p>
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				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Redação</span></p>
<p>A Faculdade Cantareira de São Paulo (SP) está com inscrições abertas para diversos cursos de pós-graduação no agro. As especializações são nas áreas de agronegócio, ambiência e bem-estar de animais de produção, rastreabilidade e certificação de produtos de origem animal, e meio ambiente. As aulas começam em agosto.</p>
<p><em>* Para mais informações: <a href="http://www.cantareira.br" target="_blank">www.cantareira.br</a>, (11) 2790-5900 ou <a href="mailto:secretariacea@cantareira.br" target="_blank">secretariacea@cantareira.br</a>.</em></p>
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