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	<title>Sou Agro &#187; pecuária</title>
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		<title>Encontro de Criadores</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 20:31:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos Mundo Agro]]></category>
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		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[produção bovina]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Evento discutirá os novos rumos da produção pecuária</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p>A cidade de Cuiabá (MS) receberá nos 9 e 10 de julho, o Encontro de Criadores. O evento pretenderá discutir as novas tecnologias referentes ao sistema de criação de gados no Brasil e no exterior.</p>
<p>O encontro terá como tema: O momento é de acertar a produção, onde também serão debatidos as novas tendências de mercado, competitividade, genética de matrizes, protocolos reprodutivos, reprodução, manejo, índices zootécnicos, sanidade e nutrição.</p>
<p><br />A realização do evento será da Scot Consultoria e da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span></strong></p>
<p>Data: 9 e 10 de julho</p>
<p>Onde: Ágora Centro de Eventos – Grand Odara Hotel</p>
<p>Endereço: Avenida Miguel Sutil – nº 8344 – Ribeirão da Ponte – Cuiabá (MS)</p>
<p>Mais Informações:<a href="http://www.scotconsultoria.com.br/encontrodecriadores/" target="_blank"> <span style="text-decoration: underline;">Encontro de Criadores</span> </a><br /><br /></p>
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		<title>Pecuária reduz área e dobra lotação</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Feb 2013 21:53:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>De 1975 a 2011, pastagens caíram 8% e número de animais por hectare saltou de 0,62 para 1,32</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Redação</span></p>
<p>As áreas de pastagens brasileiras diminuíram 8% entre 1975 e 2011, período em que o efetivo de bovinos dobrou, passando de 102,5 milhões para 204 milhões de cabeças. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (06) pela Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a partir da análise de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
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<li><a href="http://souagro.com.br/pecuaria-e-a-atividade-com-o-maior-potencial-para-criar-empregos-verdes/">Pecuária é a atividade com o maior potencial para empregos verdes </a></li>
<li><a href="http://souagro.com.br/uso-de-tecnologia-cresce-na-pecuaria/">Uso de tecnologia cresce na pecuária </a></li>
<li><a href="http://souagro.com.br/para-mbagro-pecuaria-foi-decisiva-na-alta-do-pib-agropecuario/">Para MBAgro, pecuária foi decisiva na alta do PIB agropecuário</a></li>
<li><a href="http://souagro.com.br/pecuaria-sustentavel-e-pecuaria-produtiva/">Pecuária sustentável é pecuária produtiva</a></li>
</ul></div>
</div>
<p>De acordo com o levantamento, em 1975 a área de pastagens naturais e plantadas era de 165,6 milhões de hectares. Em 2011, esse valor caiu para aproximadamente 152 milhões, aponta estimativa do Mapa. Desta maneira, segundo cálculo feito pelo <strong>Sou Agro</strong>, a taxa de lotação (número de animais por hectare) saltou de 0,62 para 1,32.</p>
<p>O resultado auxiliou no aumento da produtividade agropecuária brasileira entre 2001 e 2009 de 4,04% – uma das mais altas do mundo junto com a China, avalia o coordenador de Planejamento Estratégico do Mapa, José Garcia Gasques. “Como a atividade pecuária tem um peso expressivo no produto bruto da agricultura, o aumento da produção de carnes afeta os níveis de produtividade.”</p>
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		<title>Brasil e UE formam grupo de trabalho em bem-estar animal</title>
		<link>http://souagro.com.br/brasil-e-ue-formam-grupo-de-trabalho-em-bem-estar-animal/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2013 17:08:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tempo Real]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[bovinocultura]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[união europeia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ideia é troca de informações, mas questão central do comércio são exigências de certificação das propriedades</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Agência Brasil</span></p>
<p>Brasil e União Europeia vão constituir grupo de trabalho para intercâmbio regular de informações e cooperação técnica para o bem-estar de animais de produção. A assinatura do acordo acontece  nesta quinta-feira (24), durante a 6ª Cúpula Brasil-União Europeia, no Palácio do Planalto.</p>
<p>Segundo o secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Célio Porto, os técnicos brasileiros terão oportunidade de trocar experiências com profissionais especializados no tema. “Na União Europeia estão os mais avançados na área”, disse.</p>
<p>O bem-estar de animais de produção se refere aos cuidados que devem ser tomados com os animais, desde o nascimento até o momento do abate. De acordo com o Mapa, o manejo inadequado, além de causar estresse e sofrimento desnecessário, afeta diretamente a qualidade da carne em fatores como cor, pH, consistência e tempo de prateleira, entre outros.</p>
<p>Porto destacou ainda, que o Brasil ainda tem “duas pendências” com a União Europeia em relação às exportações de carne bovina. A primeira trata da exigência de certificação individual de propriedades, que não é cobrada de outros países. “Não tem fundamentação científica”, argumentou o secretário.</p>
<p>O secretario do Mapa disse que o número de propriedades credenciadas para exportar carne bovina para a União Europeia caiu de 12 mil para cerca de 3 mil após a exigência da certificação.</p>
<p>A outra pendência, de acordo com Porto, está relacionada à cota de exportação de cortes nobres, que o Brasil não consegue atingir nem 10% devido à exigência de que o gado seja alimentado 100% por pastagem.</p>
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		<title>Pecuária terá tratamento específico no novo Plano Safra</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jan 2013 18:38:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tempo Real]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
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		<category><![CDATA[plano safra]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Uma das propostas em estudo é o direcionamento de recursos para linhas de crédito diferenciadas</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Redação*</span></p>
<p>Em reuniões com entidades ligadas ao agro no último final de semana, no Mato Grosso, o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller, discutiu propostas diferenciadas para o próximo Plano Agrícola e Pecuário (PAP), entre as quais as voltadas ao setor produtivo de carnes.</p>
<p>Segundo o secretário, a elaboração de uma estratégia característica para a pecuária de corte e de leite envolve o debate tanto com técnicos ligados ao Mapa e vinculadas quanto com entidades ligadas ao setor. Este ano, o Ministério da Agricultura pretende focar em ações específicas para a pecuária brasileira. Uma das propostas em estudo é o direcionamento de recursos para linhas de crédito diferenciadas.</p>
<p>A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Agrossilvipastoril, do Mato Grosso) será uma importante parceira no processo de elaboração da política agropecuária para 2013/14, de acordo com o secretário. “Organizaremos a cadeia produtiva por meio da Embrapa, e o Plano Safra dará o suporte em termos de custeio e de investimento do que precisa ser feito”, destacou.</p>
<p>As políticas voltadas para a produção de grãos também deverão ser aperfeiçoadas, este ano. Além do debate com a iniciativa privada, o novo Plano Agrícola e Pecuário contará com a colaboração dos técnicos envolvidos com o Projeto de Regionalização do Mapa, que discute as prioridades no direcionamento de recursos a partir das realidades produtivas locais.</p>
<p>“Alinharemos as estratégias do Plano para que os recursos cheguem cada vez mais na ponta e vamos trabalhar para fazer uma política de governo ainda mais voltada para a produção”, afirmou Geller.</p>
<p><em>* Com informações do Mapa</em></p>
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		<title>Pecuária é a atividade com o maior potencial para empregos verdes</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Dec 2012 15:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Para o Ipea, agro é o setor com mais possibilidade de gerar postos de trabalho sustentáveis</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Redação</span><br /><br />A pecuária é o setor com o maior potencial para gerar empregos verdes, revela o estudo <em>“Radar: Tecnologia, Produção e Comércio Exterior”</em>, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), e divulgado nesta segunda-feira (17).</p>
<p>Segundo o documento, 85% dos postos de trabalho na pecuária têm a possibilidade de contemplar tarefas e atividades concretas que sejam, ou possam vir a ser, favoráveis ao meio ambiente. De acordo com os cálculos do Ipea, são aproximadamente 432 mil empregos, dos mais de 504 mil postos de trabalho no segmento.</p>
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</ul></div>
</div>
<p>O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) conceitua emprego verde como aquele que reduz o impacto ambiental de empresas e de setores econômicos para níveis que, em última análise, sejam sustentáveis.</p>
<p>“Eles ajudam a reduzir impactos ambientais importantes, tais como o consumo de energia, matérias-primas e água, por meio de estratégias eficazes que ‘descarbonizam’ a economia e reduzem as emissões de gases de efeito estufa, minimizando, ou evitando, completamente todas as formas de resíduos e poluição, protegendo e restaurando os ecossistemas e a biodiversidade”, define o Pnuma.</p>
<p>De um modo geral, o Ipea identificou que as áreas em que há maior possibilidade de geração de empregos verdes são as relacionadas ao agro, com destaque para o cultivo de lavouras permanentes (café, laranja, etc) e temporárias (grãos, algodão, etc), produção florestal, fabricação de biocombustíveis, horticultura e floricultura, entre outras.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.souagro.com.br/wp-content/uploads/2012/12/TabelaEmpregosVerdes1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-29833" title="TabelaEmpregosVerdes" src="http://www.souagro.com.br/wp-content/uploads/2012/12/TabelaEmpregosVerdes1.jpg" alt="Arte: Danilo Almeida" width="529" height="239" /></a></p>
<p>Estimativas da empresa Roland Berger Strategy Consultants indicam que o mercado global para produtos e serviços ambientais deve duplicar do atual US$ 1,37 trilhão por ano para US$ 2,74 trilhões até 2020. Segundo o Departamento de Criação de Empregos e Empresas Sustentáveis da Organização Internacional do Trabalho (OIT), há no Brasil cerca de três milhões de empregos verdes, 6,6% do total de postos formais de trabalho do País.</p>
<p>O relatório do Ipea cita ainda outros dados da OIT que projetam que os empregos verdes devem crescer mais rapidamente do que os demais no mercado brasileiro. A oferta de postos de trabalho com esta característica aumentou 26,7% nos últimos cinco anos.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Japão, África do Sul e China receberão visitas após proibir carne brasileira</title>
		<link>http://souagro.com.br/japao-africa-do-sul-e-china-receberao-visitas-apos-proibir-carne-brasileira/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Dec 2012 22:43:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil Agro]]></category>
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		<category><![CDATA[vaca louca]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ministério da Agricultura mandará missões para esclarecer o caso não-clássico de vaca louca</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Luiz Silveira</span></p>
<p>Depois do Japão, agora África do Sul e China também suspenderam temporariamente a importação de carne bovina brasileira, em resposta à divulgação de que o agente causador do mal da vaca louca foi encontrado em material de uma vaca morta em 2010 no Paraná.</p>
<p>O Ministério da Agricultura informou em nota que enviará missões oficiais para esclarecer o caso aos três países que notificaram oficialmente a interrupção da entrada de carne brasileira. O secretário-executivo do ministério, José Carlos Vaz, classificou a reação dos três países como “natural” e “de cautela”.</p>
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<li><a href="http://souagro.com.br/oie-eleva-status-do-brasil-em-relacao-a-doenca-da-vaca-louca/">OIE eleva status do Brasil em relação à doença da vaca louca</a></li>
</ul></div>
</div>
<p>Embora sejam países com grandes populações, as três nações que impuseram barreiras ao Brasil não são grandes compradores da carne nacional. De janeiro a outubro, a China comprou 10,1 mil toneladas de carne bovina do Brasil. O Japão importou 1,3 mil toneladas e a África do Sul adquiriu 293 toneladas. Somados, os três representam pouco mais de 1% das exportações brasileiras de carne e miúdos bovinos no ano, que chegaram a 1,024 milhão de toneladas.</p>
<p>Independentemente da suspensão das importações, o governo brasileiro iniciou uma série de missões aos principais países importadores, para esclarecer que se trata de um caso não-clássico do mal da vaca louca, que pode ter sido causado por uma mutação espontânea, e não por contágio externo. O animal que possuía o agente causador da doença não apresentou os sintomas da vaca louca.</p>
<p>Na bagagem, os representantes brasileiros levam como trunfo o fato de a Organização Internacional de Saúde Animal (OIE) ter reafirmado o status sanitário do Brasil como país de “risco insignificante” para a vaca louca depois da divulgação do caso.</p>
<p>O primeiro país visitado foi a Rússia, aproveitando a viagem já agendada da presidente Dilma Rousseff ao país. O secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Célio Porto, reuniu-se nesta quinta-feira (13) em Moscou com o chefe da autoridade sanitária russa (Rosselkhoznadzor), Sergei Dankvert. Em nota, o serviço russo destacou o fato de ser o primeiro visitado pelo Brasil para tratar do assunto após a divulgação da ocorrência da vaca louca. “As partes acordaram que uma abordagem construtiva para resolver este problema terá um impacto positivo sobre o futuro comércio de produtos pecuários”, disse o Rosselkhoznadzor.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tecnologia na pecuária evita desmatamento de 16,8 mi de hectares no Mato Grosso</title>
		<link>http://souagro.com.br/tecnologia-na-pecuaria-evita-desmatamento-de-168-mi-hectares-no-mt/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Dec 2012 19:12:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[terras]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em 15 anos, concentração de animais por hectare cresceu 62,5%, liberando espaço para a agricultura</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Redação</span></p>
<p>O aumento da produtividade da pecuária do Mato Grosso entre 1996 e 2011 evitou o desmatamento de 16,891 milhões de hectares, área equivalente ao Estado do Acre ou à soma dos territórios da Grécia e da Suíça. O levantamento, feito pela Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), mostra que a taxa de ocupação das pastagens do estado passou de 0,72 animal por hectare em 1996 para 1,17 animal em 2011. Ou seja, para produzir a quantidade atual com a tecnologia de 1996, as pastagens teriam que ocupar um Acre a mais.</p>
<p>Essa evolução tecnológica foi conquistada com melhoramento genético das pastagens e dos animais, além da melhoria de gestão, por exemplo. “Os pecuaristas perceberam que é possível aumentar a produtividade sem precisar abrir novas áreas e decidiram fazer isso sem incentivos ou ajudas”, afirma o superintendente da Acrimat, Luciano Vacari.</p>
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</ul></div>
</div>
<p>Somente nos últimos quatro anos analisados, entre 2008 e 2011, o crescimento na produtividade foi de 16,38%, passando de 1,01 para 1,17 animais por hectare. Esse aumento decorre do fato de o rebanho ter crescido, enquanto a área de pastagens foi reduzida. O número de bovinos do estado passou de cerca de 26 milhões de animais em 2008 para 29 milhões até o ano passado, alta de 12,48%. No mesmo período, os pastos caíram de cerca de 26 milhões de hectares para 24,9 milhões, uma queda de 3,47%.</p>
<p><em><strong>Ciclos da pecuária<br /></strong></em>A partir de uma pesquisa feita por meio da base de dados da Nasa sobreposta às imagens do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe), a Acrimat concluiu que houve três ciclos da pecuária no Mato Grosso desde 1996. O primeiro, entre 1996 e 2005, foi marcado por uma expansão horizontal da atividade, com a abertura de 3,947 milhões de hectares para pastagens. Na segunda fase, entre 2006 e 2008, a área de pastos ficou praticamente estável, com variação de 0,35% no período. Por fim, entre 2009 e 2011, iniciou-se a redução da área ocupada pela pecuária. Só nesse período, a criação de animais deixou de ocupar 863,8 mil hectares, liberando espaço para o avanço da agricultura.</p>
<p>Alguns municípios chegaram a perder praticamente metade de sua área de pastagem só nesses três anos. É o caso de Querência, no nordeste do estado, que perdeu 47% da área de pastos, ou 47% do total. Na mesma região, São Félix do Araguaia perdeu 57,8 mil hectares de pastagem, uma área pequena se comparada ao total de 654 mil hectares, porém representativa. Segundo Vacari, a região do Araguaia é a que tem transferido mais áreas de pastagens para a agricultura.</p>
<p>Essa transferência não precisa ser um problema, já que a pecuária mato-grossense continua expandindo seu rebanho, ainda que em menos terra. Mas Vacari faz um alerta: “Se os pecuaristas estão deixando de criar gado para plantar é porque sua renda está comprometida. O fato de as commodities estarem valorizadas contribui para o processo, mas não é fator preponderante”, afirma ele.</p>
<p>Outras cidades que tiveram redução registrada da área de pastagem foram Nova Mutum (30%), Nova Maringá (23%), Nova Ubiratã (25%) e Campo Novo dos Parecis (38%). <br />Entre os municípios que registraram aumento de área de pastagem, Cuiabá dobrou sua área, porém a capital tem participação relativamente pequena na produção. Sua área passou de 58 mil hectares para 126 mil, aproximadamente. Em Alto Araguaia (a 418 km a Sudeste), houve um aumento de 83 mil hectares no período avaliado.</p>
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		<title>BNDES vai financiar pesquisas em pecuária e seguro rural</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2012 16:53:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Acordo com o Ministério da Agricultura tem como uma das metas facilitar acesso ao selo do SIF</p>
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<p><span style="text-decoration: underline;">Redação</span></p>
<p>Com o objetivo de desenvolver pesquisas nas áreas de pecuária sustentável e seguro rural, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, assinaram um acordo de cooperação técnica nesta quinta-feira (22), na sede do banco, no Rio de Janeiro. Outra meta é dar apoio técnico ao produtor rural com o intuito de facilitar a obtenção do selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF) para produtos de origem animal.<br /> <br /> Pelo acordo, a empresa pública federal irá financiar pesquisas científicas relacionadas à pecuária (como aumento produtivo, aspecto sanitário e recuperação de pastagens) e seguro rural, com foco na melhoria da avaliação de riscos envolvidos e zoneamentos agrícolas. Caberá a um Grupo de Trabalho formado por técnicos do Ministério da Agricultura (Mapa) e do banco definir os critérios dos estudos a serem realizados pela entidade (ou entidades) a ser contratada por meio de chamada pública.<br /> <br /> Quanto ao SIF, a proposta é esclarecer o produtor quanto às exigências normativas para a obtenção dessa certificação e outras que viabilizem o acesso ao mercado.<br /> <br /> Durante o evento, Luciano Coutinho lembrou a aproximação do banco com o agronegócio. “Agora, a principal agenda é voltada para a agricultura sustentável. A empresa também está disposta a melhorar as condições de acesso ao crédito e ao seguro rural”, disse.<br /> <br /> <strong><em>Financiamentos</em><br /></strong>A parceria entre o Mapa e o BNDES começou em 1997 com a criação de diversos programas de financiamento de investimento agropecuário. Mais recentemente, recursos do BNDES também têm sido aplicados na recuperação de solos e pastagens degradadas. Mais de R$ 60 bilhões foram financiados ao amparo desses programas nos últimos 14 anos.<br /> <br /> No âmbito do Programa Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC), o diretor de Economia Agrícola do Mapa, Wilson Araújo, estima que sejam necessários cerca de R$ 50 bilhões para atingir as metas voluntárias de mitigação de gases de efeito estufa nos próximos dez anos, estabelecidas pelo Governo Federal.</p>
<p>Já para dobrar a capacidade de armazenagem nas propriedades rurais brasileiras, em igual período, a necessidade é de recursos para investimentos é da ordem de R$ 7 bilhões.</p>
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		<title>Boi no divã</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Nov 2012 19:22:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Pecuária brasileira é um gigante que passa por crise existencial, dizem analistas do setor</p>
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<p><span style="text-decoration: underline;">Ronaldo Luiz</span></p>
<p>Nos últimos dez anos, as exportações brasileiras de carne bovina registraram um crescimento anual de 16%, segundo números do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). De US$ 1 bilhão em 2001, os embarques – que chegam a mais de 100 países &#8211; saltaram para US$ 5,3 bi no ano passado. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês), o Brasil é o maior produtor de carne bovina.</p>
<p>Além disso, pesquisa das consultorias Scot e Markestrat, com base em dados de 2010, aponta que toda a pecuária movimenta US$ 167,5 bi. Segundo o mesmo estudo, do total, em valores, de US$ 42 bi produzidos em carne, US$ 37,2 bi foram comercializados no mercado doméstico e apenas US$ 4,8 bi foram exportados. Ou seja, a pecuária garante o abastecimento interno de carne bovina &#8211; aproximadamente 80% do que é fabricado fica no Brasil -, e gera excedentes exportáveis, devido à incorporação gradual de tecnologia e de ganhos de produtividade por parte dos produtores.</p>
<p>Contudo, a despeito destes bons resultados e contribuições para a economia do País, a atividade passa por uma crise existencial, que é alimentada por divergências entre elos da cadeia produtiva, concentração na indústria e varejo, novos hábitos de consumo, e o chamado “custo Brasil”, disseram especialistas no setor, nesta sexta-feira (09), ao participarem de evento na capital paulista, organizado pela Scot Consultoria.</p>
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</div>
<p><em><strong>Aprender a vender </strong></em><br />“A carne brasileira nunca foi vendida, sempre foi comprada. Ainda não somos capazes de vender o que temos de bom. Falta capacidade para trabalhar a venda”, afirmou Sérgio De Zen, professor da Esalq/ USP e pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).  No mercado interno, disse o professor, onde a elasticidade de consumo relacionada ao efeito de aumento da renda está no limite, a tendência é de que a carne seja cada vez mais vendida por atributos de qualidade.</p>
<p>Ainda no tocante às exportações, Luciano Vaccari, superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), pontuou que é preciso rever o posicionamento da carne brasileira no mercado internacional. “O que queremos exportar? Queremos ser a China [numa referência a vender commodity] ou o Uruguai? [que investe e comercializa carne com maior valor adicionado]”, indagou.</p>
<p>Alex Lopes, analista da Scot Consultoria, chamou a atenção também para o fato de que as exportações estarem concentradas em número reduzido de mercados. “Rússia, Hong Kong, Egito, Irã, e outros países do Oriente Médio respondem por aproximadamente metade das nossas exportações. É necessário diversificar os destinos.” Para Fabiano Tito Rosa, gerente de pesquisa de mercado do frigorífico Minerva, um caminho é o Brasil investir em acordos bilaterais, como o Uruguai fez com os Estados Unidos (EUA).</p>
<p>O país vizinho vende carne “in natura” para os norte-americanos. “Nosso ‘status’ sanitário nunca será aceito pelos mercados importadores que pagam mais”, salientou. Pela sua extensão continental, o Brasil tem diversas realidades em relação ao controle sanitário dos rebanhos.</p>
<p>O caso mais clássico é a febre aftosa. A maioria dos Estados já controlou a doença com vacinação – Santa Catarina é o único livre de aftosa sem vacinação -, todavia como outros não o fizeram, o País fica penalizado no comércio internacional, já que o critério de regionalização de controle da doença não é aceito por muitos países importadores, principalmente os que pagam mais pela tonelada de carne. Segundo os analistas, evidentemente a questão sanitária é muitas vezes usada como protecionismo disfarçado, mas é algo tecnicamente complicado de se provar.</p>
<p><em><strong>Boi vivo</strong></em><br />Além da carne, o Brasil tem exportado também o boi vivo. Os embarques de “gado em pé” subiram de US$ 212,5 mil em 2001 para US$ 444,8 milhões em 2011. “É um negócio fantástico”, frisou Tito Rosa do Minerva. Na avaliação de Lopes, da Scot Consultoria, a exportação de boi vivo é uma tendência e é complementar aos embarques de carne. “Não concorrem”, acrescentando que do ponto de vista de também vender tecnologia, não só produtos, o Brasil tem exportado genética – para a África, por exemplo – por meio de animais reprodutores e comércio de sêmen bovino.</p>
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		<title>Uso de tecnologia cresce na pecuária</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Oct 2012 21:56:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rally da Pecuária]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Produtividade deve aumentar entre 40% a 45% em dez anos, liberando áreas para agricultura</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Ronaldo Luiz</span></p>
<p>A pecuária brasileira vem registrando ganhos tecnológicos, que resultarão em aumento de produtividade – entre 40% a 45% nos próximos dez anos &#8211; e liberação de áreas para a agricultura. O uso mais intensivo [e racional] por parte do pecuarista de fertilizantes para adubação do pasto, técnicas de inseminação artificial, suplementação alimentar para os rebanhos, confinamento, integração com agricultura e florestas plantadas, entre outros avanços, demonstram o processo de fortalecimento tecnológico da atividade.</p>
<p>É o que revela o diagnóstico do <em>&#8220;Rally da Pecuária 2012&#8243;</em>, expedição técnica que, entre agosto e outubro, percorreu 52 mil quilômetros, distribuídos por nove Estados, que representam 75% do rebanho bovino, e 85% da produção de carne brasileira. “A pecuária não está parada, ela tem um atraso, mas está se movimentando, evoluindo, numa curva ascendente de ganhos de tecnologia”, afirmou nesta terça-feira (23), André Pessôa, da Agroconsult, um dos coordenadores do <em>Rally</em> ao lado de Maurício Palma Nogueira, da Bigma Consultoria.</p>
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<p>Num momento em que a demanda mundial por alimentos cresce acima da produção, o Brasil como uma potência agropecuária tem papel-chave, e os ganhos de produtividade na pecuária trarão, em princípio, dois benefícios imediatos. O primeiro, óbvio, é o incremento na produção de carne. Nos próximos dez anos, para cada dez quilos de aumento no consumo, três quilos deverão ser produzidos no Brasil.</p>
<p>“E o segundo, é que a aceleração da tecnologia na pecuária liberará mais área para a agricultura”, disse Nogueira.  No ritmo atual de utilização de tecnologia e crescimento de produtividade, a pecuária brasileira destinaria aproximadamente 8,6 milhões de hectares de pastagens para a agricultura. “Além disso, chamou nossa atenção o fato de que apenas entre 3% a 7% dos pastos estão realmente degradados e precisam ser reformados imediatamente”, ressaltou Pessôa.</p>
<p>Segundo Nogueira, o aumento de tecnologia na pecuária foi verificado de Norte a Sul. “Constatamos isso em Rondônia, no Pará, Mato Grosso, São Paulo”, destacou, mas ressalvando que há, ainda, um grande desafio que é massificar estes avanços, especialmente entre pequenos e parcela dos médios produtores. Neste aspecto, Nogueira pontuou que pequenos e médios pecuaristas têm reduzido ou mantido seus rebanhos, e que apenas os grandes aumentaram. “Há sim uma tendência de concentração no setor.”</p>
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