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	<title>Sou Agro &#187; ração</title>
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		<title>Ministério cria câmara setorial para animais domésticos</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Nov 2012 16:13:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Grupo vai debater agenda estratégica do setor, que deve movimentar R$ 13,6 bi em 2012</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Redação</span></p>
<p>O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, instala nesta terça-feira (20) a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Animais de Estimação. O fórum vai reunir representantes do governo e do setor privado para debater assuntos essenciais para o fortalecimento do mercado de animais de estimação, bem como fomentar e implementar políticas públicas para esse segmento.</p>
<p>O Brasil tem o segundo faturamento mundial do mercado pet, como também é conhecido o comércio de animais de estimação. A estimativa é que o setor movimente R$ 13,6 bilhões em 2012, de acordo com Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).</p>
<p>Um grupo de trabalho sobre o setor (GTPet), que funcionava vinculado à Câmara Temática de Insumos Agropecuários do ministério, já definiu a Agenda Estratégica Pet Brasil 2012-2017. A prioridade dos debates serão: governança da cadeia, fomento, marco regulatório, marketing e promoção e capacitação. Agora, os assuntos serão tratados pela nova câmara setorial.</p>
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		<title>Aves e suínos e papel e celulose terão folha de pagamento desonerada</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Sep 2012 21:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Setores foram incluídos na extensão da medida anunciada pelo ministro da Fazenda</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Redação</span></p>
<p>O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta quinta-feira (13) a extensão da desoneração da folha de pagamento para 25 novos setores, incluindo as indústrias de aves e suínos e de papel e celulose, a partir de janeiro de 2013. A medida, que já estava em vigor para outros 20 setores, substitui o recolhimento de 20% sobre a folha de pagamento como contribuição previdenciária patronal por um pagamento de 1% a 2% do faturamento da empresa.</p>
<p>Os objetivos da medida são diminuir os custos da folha de pagamento para evitar demissões, estimular a economia, aumentar a competitividade dos produtos exportados e controlar a inflação, já que Mantega acredita que as empresas tenderão a transferir parte da redução de custos para o preço de seus produtos.</p>
<p>No caso do setor de aves e suínos e seus derivados, a elevação brusca nos preços do milho e da soja, que representam cerca de 70% do custo de produção, já levou a 5.760 demissões até agosto na indústria avícola, segundo a União Brasileira de Avicultura (Ubabef). Para ter acesso ao benefício da desoneração, no entanto, as empresas não poderão realizar demissões e manter os níveis de investimento e produção.</p>
<p>Em nota, o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, comemorou a medida e informou que o setor de aves e suínos pagará a alíquota mínima prevista, de 1% sobre o faturamento. Além disso, ele afirmou que as empresas de aves e suínos que exportarem 100% da sua produção não pagarão nada sobre o faturamento.</p>
<p>Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, a desoneração ajudará o setor a enfrentar a conjuntura difícil gerada pelo alto custo dos insumos. O executivo participou da reunião em que Mantega anunciou a medida. Em nota, a Abipecs avaliou que &#8220;o principal benefício da desoneração da folha de salários é tornar o setor mais competitivo frente aos concorrentes internacionais, como os EUA, a União Europeia e o Canadá&#8221;.</p>
<p>No total, a desoneração gerada pela mudança da contribuição previdenciária patronal será de R$ 12,8 bilhões em 2013, de acordo com o ministro. A maior parte desse montante, R$ 9,1 bilhões, será para a indústria.</p>
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		<title>Receita com exportação de frango cai 15,7% em agosto</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Sep 2012 21:25:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Em volume, queda foi de 10,3% sobre o mesmo mês de 2011; em três meses, houve 5.750 demissões</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Agência Estado</span></p>
<p>As exportações brasileiras de carne de frango (in natura e industrializados) caíram, em receita, 15,7% em agosto ante o mesmo mês do ano passado, totalizando US$ 599 milhões, informou nesta segunda-feira (10) a União Brasileira de Avicultura (Ubabef). No ano, o recuo é de 7,33%, somando US$ 4,9 bilhões.</p>
<p>Em volume, os embarques tiveram queda de 10,3% em agosto, para 317,9 mil toneladas. As exportações do produto têm desacelerado ao longo de 2012. Entre janeiro e julho, o crescimento foi de 3%, mas no acumulado até agosto as exportações aumentaram apenas 0,94%, com o envio ao exterior de 2,6 milhões de toneladas.</p>
<p>Para o presidente da Ubabef, Francisco Turra, a queda só não foi maior porque os Estados Unidos, principal concorrente do Brasil, sofrem com a escalada dos preços dos grãos. &#8220;O resultado das exportações em agosto ocorre em um momento crítico para o setor, e reflete bem o que estamos alertando há meses: a falta de ações para combater as consequências da seca nos Estados Unidos, que impactou os preços dos grãos, e os efeitos das greves dos fiscais agropecuários, da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e da Receita Federal, dificultando gravemente os processos e as autorizações para os embarques de carne de frango&#8221;, disse Turra, em nota. Segundo ele, entre junho e agosto foram demitidos 5.750 trabalhadores do setor.</p>
<p>Turra alerta ainda para a possibilidade de aumento dos preços dos insumos no mercado interno, uma vez que a exportação de grãos deve ser favorecida pelas elevadas cotações no mercado internacional. Isso teria um impacto direto sobre os custos de produção do setor. Nesta segunda-feira, a Embrapa Suínos e Aves divulgou que o Índice de Custo de Produção de Frangos (ICPFrango) atingiu nível recorde em agosto e, no ano, acumula acréscimo de 37,17%.</p>
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		<title>Produtor de aves do Paraná pede ajuda ao governo</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Sep 2012 17:58:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Em nota, secretaria estadual pediu ajuda ao governo federal por causa da alta nos custos de produção</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Agência Estado</span></p>
<p>A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) do Paraná solicitou ao governo federal medidas de apoio para a avicultura, que enfrenta dificuldades por causa da elevação nos custos de produção, especialmente milho e farelo de soja. O Paraná responde por 27% da produção nacional de aves e o quadro de descapitalização das empresas e falta de renda do produtor coloca em risco o abastecimento de carne de frango no País, com reflexos negativos para a contenção da inflação e o padrão alimentar da população, diz a secretaria em nota.</p>
<p>O setor pede a abertura emergencial de uma linha de crédito, com taxas de juros de 5,5% ao ano, com prazo de reembolso de até 72 meses, para que os abatedouros se mantenham em atividade. Também pede uma linha de crédito especial para financiar a aquisição e fusão de empresas integradoras e a prorrogação de dívidas, por um ano, de investimentos de produtores e indústrias.</p>
<p>Há ainda o pedido de acesso ao milho da região Centro-Oeste do País para o Paraná, como já está ocorrendo com os Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina e subvenção do governo federal para compra de milho para amenizar a pressão de custos. Segundo a Seab, no Paraná, a avicultura envolve 19 mil produtores e 41 empresas integradas que geram 60 mil empregos diretos e cerca de 600 mil indiretos. No ano passado, o setor exportou 1 milhão de toneladas de carne de frango, gerando R$ 5,4 bilhões em Valor Bruto da Produção (VBP).</p>
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		<title>Custo de produção de suíno e frango é recorde em agosto</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Sep 2012 17:44:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Alta acumulada no ano é de 28% e 37%, respectivamente, segundo a Embrapa</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Agência Estado</span></p>
<p>Os índices de custos de produção (IPC) de frangos de corte e de suínos elaborados pela Embrapa Suínos e Aves subiram em agosto e atingiram valores recorde, de 183,70 e 183,09 pontos, respectivamente. No caso do IPCFrango, a alta é de 12,73%. No ano, o acréscimo é de 37,17%. Já o IPCSuíno subiu 10,61% no mês passado e, desde janeiro, acumula alta de 27,98%.</p>
<p>&#8220;Mais uma vez os preços dos insumos que compõem a ração dos animais foram a principal causa do aumento&#8221;, disse a Embrapa Suínos e Aves, em nota. A nutrição dos frangos, que compôs 74,35% do índice em agosto, teve um aumento de 12,42% no mês passado e chega a 31,60% no ano, pressionada pelas variações nos preços do milho e do farelo de soja.</p>
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		<title>Governo vai comprar milho para garantir abastecimento</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Sep 2012 17:44:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Até 500 mil toneladas devem ser adquiridas para venda em balcão e leilões de escoamento</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Agência Estado</span></p>
<p>O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Caio Rocha, afirmou nesta quinta-feira (6) que o governo pretende comprar 500 mil toneladas de milho do mercado para garantir o abastecimento até a colheita da próxima safra. Segundo ele, 100 mil toneladas serão para operações de venda em balcão aos pequenos criadores e outras 400 mil toneladas para atender as agroindústrias por meio de leilões de Valor de Escoamento da Produção (VEP).</p>
<p>A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) continua enfrentando dificuldades na remoção do milho estocado em Mato Grosso e Goiás para atender criadores da região Nordeste, Rio Grande do Sul e Goiás. No leilão realizado nesta quinta-feira para contratação de frete para remoção de 116 mil toneladas, houve interesse das empresas transportadoras por apenas 11 mil toneladas.</p>
<p>O diretor da Conab, Silvio Porto, afirmou que, por causa das dificuldades para remoção dos estoques, a estatal irá rever a dependência do transporte rodoviário, para incluir nos próximos leilões a intermodalidade, principalmente a via férrea.</p>
<p>Porto disse que a Conab também está trabalhando para ampliar a rede de armazéns credenciados na região Sul e no médio prazo está prevista a construção de uma unidade em Santa Catarina. No Nordeste serão realizados investimentos nos armazéns para recebimento de granéis, pois a maioria é convencional (sacarias), com baixa capacidade de recepção de cargas. &#8220;Para este ano não tem milagre. O desafio é como ampliar o fluxo de milho tanto para o Sul como para o Nordeste&#8221;, informou ele.</p>
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		<title>Conab eleva projeção de exportação de milho para 18 milhões de toneladas</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Sep 2012 17:38:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Ajuste alinha estimativa oficial com as do mercado privado</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Agência Estado</span></p>
<p>A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou a estimativa de exportação de milho na safra 2011/12, de 14 milhões para 16 milhões de toneladas, acompanhando as projeções do mercado. O diretor de Informação e Política Agrícola da Conab, Silvio Porto, destacou que o embarque recorde de 2,7 milhões de toneladas de milho em agosto não deixa dúvidas sobre a capacidade logística de embarque de até 18 milhões de toneladas de milho.</p>
<p>Ao comentar as projeções de mercado, Porto afirmou que &#8220;do ponto de vista matemático, é possível dizer que é viável&#8221; alcançar 18 milhões de toneladas, caso o ritmo dos embarques registrados em agosto se mantenha até janeiro. Ele observou que no primeiro semestre, quando as exportações estavam concentradas na soja, os embarques de milho ficaram em torno de 1 milhão de toneladas.</p>
<p>Na opinião diretor da Conab, mesmo que as exportações de milho batam o recorde de 18 milhões de toneladas não existe risco de desabastecimento pois, como o consumo interno é de 50 milhões de toneladas, a safra de 72,7 milhões de toneladas, somada aos estoques remanescentes (5,9 milhões de toneladas), será suficiente para atender à demanda e ainda sobrar 10 milhões de toneladas para a próxima safra.</p>
<p>Silvio Porto disse que a alta de preços do cereal no mercado interno não reflete a questão do abastecimento. Segundo ele, &#8220;o que está acontecendo nada mais é que o acompanhamento do que ocorre com a cotação em Chicago&#8221;. Porto observou que a cotação em Chicago sinaliza preço no mercado brasileiro a R$ 39/saca para março do próximo ano, o que pode ser considerado fora da realidade.</p>
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		<item>
		<title>Alta do milho impulsiona safra de sorgo em agosto</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Sep 2012 17:32:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>IBGE prevê crescimento de 5,5% na produção do grão alternativo</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Agência Estado</span></p>
<p>A disparada no preço do milho impulsionou o cultivo de sorgo em grão. A estimativa da safra de sorgo em 2012 passou para 2.000.370 toneladas em agosto, um aumento de 5,5% em relação à previsão de julho, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado nesta quinta-feira pelo IBGE.</p>
<p>&#8220;O sorgo aumentou na rebarba do milho muito caro. Faltou milho, então os produtores entraram com o sorgo, porque também faz parte da ração. E o preço do sorgo acompanha o do milho&#8221;, disse Mauro Andreazzi , gerente da Coordenação de Agropecuária do IBGE.</p>
<p>Minas Gerais, que responde por 21,3% da produção nacional, aumentou somente 0,3% da área colhida, mas terá uma produção 5,7% maior do que a prevista no mês anterior, graças ao crescimento do rendimento médio (5,3%). Mato Grosso do Sul também reavaliou sua safra de sorgo, com aumento de 8,0% em relação a julho. Goiás, com 39,7% do total nacional, aumentou em 9,2% a produção ante julho. A área plantada com sorgo foi reavaliada, com expansão de 2,3%, enquanto o rendimento médio subiu 6,8%.</p>
<p>Os números refletem as boas condições meteorológicas e um aumento dos investimentos em tecnologia e adubação. O IBGE explica que sorgo é considerado uma cultura de segunda safra (de inverno), normalmente cultivada após a colheita da safra de verão.</p>
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		<title>Produtores indianos pedem taxa de exportação para farelo e milho</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Aug 2012 18:20:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ração]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Demanda do Irã e medo de seca fizeram preço do farelo disparar até 40% em três meses</p>
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				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Agência Estado</span></p>
<p>O crescimento da demanda do Irã pelo farelo indiano e a seca que atinge Estados produtores de milho na Índia levou a uma disparada nos preços dos dois principais produtos usados na ração animal, causando prejuízos à indústria de frangos local.</p>
<p>Nos últimos três meses, os preços do farelo dispararam entre 30% a 40%, na esteira de temores de produção menor. Isso fez com que consumidores locais pedissem ao governo a proibição da exportação da commodity. Os preços do milho para exportação da Índia, um importante exportador do cereal na Ásia, também subiram para cerca de US$ 315/t, custo e frete, ante US$ 260/t em fevereiro, devido à seca nos Estados Unidos e em partes da Índia. Os EUA também é um importante exportador de milho.</p>
<p>&#8220;Pedimos ao governo uma taxa de 10% sobre as exportações (de farelo e milho)&#8221;, disse o chairman da Federação de Produtores de Frango da Índia.</p>
<p>Executivos da indústria de farinha de óleo, ingrediente usado na fabricação de ração, alegaram que uma mera restrição das exportações não resolverá o problema. &#8220;Os preços estão seguindo o rumo internacional. Se houver uma proibição, vai desfavorecer o produtor&#8221;, afirmou o porta-voz da Associação de Processadores de Soja da Índia, Rajesh Agrawal. Ele destacou ainda que os preços locais ultrapassaram os globais porque a oferta têm diminuído devido ao fim do ano comercial. Os valores domésticos do farelo indiano estão em cerca de US$ 750/t, enquanto os preços globais giram em torno de US$ 540/t.<br />Sanções ocidentais levaram o Irã a comprar grandes quantidades de farinha de óleo da Índia, contribuindo para o salto nos preços. As exportações para o Irã entre abril e julho aumentaram quase cinco vezes em relação ao ano anterior.</p>
<p>No mês passado, o gabinete de governo aprovou uma proposta para acabar com um imposto de importação de farinha de óleo com o objetivo de frear os preços do farelo, mas até agora não emitiu qualquer notificação formal da decisão.</p>
<p>As informações são da <em>Dow Jones</em>.</p>
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		<title>Menor oferta de grãos deve reduzir produção mundial de aves</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Aug 2012 21:59:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sou Agro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tempo Real]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[avicultura]]></category>
		<category><![CDATA[carne de aves]]></category>
		<category><![CDATA[carnes]]></category>
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		<category><![CDATA[preços]]></category>
		<category><![CDATA[proteína animal]]></category>
		<category><![CDATA[ração]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Conselho Internacional de Avicultura alerta para efeito de aumento no preço da proteína no varejo</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="text-decoration: underline;">Agência Estado</span></p>
<p>O Internacional Poultry Council (IPC), que reúne entidades representativas do setor avícola e outras associações que representam mais de 90% da avicultura comercial mundial, alerta, em nota, para a possibilidade de queda na produção de carne em decorrência da menor oferta de grãos e, com isso, o aumento de preços da proteína no varejo.</p>
<p>No comunicado, o IPC informa que o setor consome aproximadamente 44% da oferta mundial de grãos destinados à alimentação animal. &#8220;Os altos preços de grãos estão pressionando os custos de produção avícola. O aumento dos preços de produtos avícolas é inevitável, os quais devem ser repassados pelas empresas para os consumidores para que possam se manter financeiramente sustentáveis. Novos aumentos no custo dos grãos vão, certamente, levar a cortes adicionais na produção&#8221;, afirmou a entidade.</p>
<p>Para o IPC, os governos devem adotar todas as medidas necessárias para evitar novos aumentos nos preços dos grãos. Além disso, sugere que as autoridades devem desestimular a especulação financeira envolvendo preços desses insumos. &#8220;Tal especulação por entidades que não estão diretamente ligadas ao setor de alimentos tem gerado uma maior volatilidade dos preços no setor de ração. Mercados de derivativos não deveriam promover especulação financeira com uma commodity tão importante quanto os alimentos&#8221;, declarou.</p>
<p>A entidade internacional sugere ainda que políticas de governos que subsidiam ou estimulam a produção de combustíveis renováveis a partir de grãos e cereais devem ser revistas &#8220;de modo a evitar o risco de escassez de alimentos.&#8221;</p>
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