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24 de maio de 2012
Webchat: Sustentabilidade no agro

Assista a entrevista com Gabriela Burian, gerente de sustentabilidade da Monsanto

Redação

Assista o webchat com Gabriela Burian, gerente de sustentabilidade da Monsanto no Brasil.

Engenheira Agrícola, Gabriela é doutora em Florestas, Mestre em Agronomia e Especialista em Sustentabilidade. Além do Brasil, em sua carreira profissional registra experiências no Canadá, França e Holanda.

Neste webchat, Gabriela falou sobre a missão do agro em produzir cada vez mais com responsabilidade socioambiental; das oportunidades para quem quer trabalhar na área de sustentabilidade; sobre o papel do agro na Rio+20; do conceito de economicamente viável, ambientalmente correto e socialmente justo; abordou estudos relativos à biossegurança sobre o uso de organismos geneticamente modificados; Felicidade Interna Bruta (FIB); e muito mais.

21 comentários para Webchat: Sustentabilidade no agro

  1. Paulo Ricardo disse:

    Sou aluno de agronomia da UNESP DE ILHA SOLTEIRA E Minha dúvida é a seguinte: Com a crescente preocupação com o meio ambiente mais recentemente, você acha que as empresas estão interessadas mesmas com a esta questão sustentável ou é mais uma questão de marketing???? Boa tarde a todos do sou agro.

    • Félix Gomes disse:

      Prezado Paulo!

      As empresas não se interessam muito pelo meio ambiente mesmo, porém, elas tem problemas ambientais que precisam ser solucionados, daí que surge o nicho para atuar.
      A situação vai mudar quando a nova Política Nacional dos Resíduos Sólidos, sancionada pelo ex-presidente Lula, final de 2010, começar a ser cobrada e fiscalizada.
      Outro ponto a ressaltar: se as empresas não mudarem suas visões, terão problemas de suprimento futuramente.

      Att.,

      Félix – Ambex Ambiental

  2. Gatusa Almeida disse:

    Gabriela, sou estudante de biologia e gostaria de trabalhar com sustentabilidade. Quais são estas oportunidades e desafios gerados por esta demanda? Existe algum curso que pode me auxiliar?

  3. Pedro Gonçalves do Carmo disse:

    Gabriela, hoje saiu no Globo uma matéria falando que as vagas na área de sustentabilidade cresceram 26,7%, em cinco anos, contra os 25,3% da média de outras áreas. Com base neste número, as perspectivas de trabalho são boas para quem quer trabalhar com sustentabilidade?

  4. Carlos Rodrigues Figueira disse:

    Gabriela, muita gente desconsidera a parte econômica quando se fala em sustentabilidade, achando que ser sustentável é só cuidar do meio ambiente, esquecendo-se da parte financeira. Queria que vc comentasse isso…obrigado

  5. Joaçir Gomes disse:

    Sob a ótica do produtor, qual é o principal desafio de sustentabilidade? Água, resíduos, emissões de co2 ou condições trabalhistas?
    Abraço.

  6. Diego Carmona disse:

    Gabriela, queria que vc falasse dos transgênicos. Alimentos com Organismos geneticamente modificados são seguros?

  7. Alex Fiusa de Abreu disse:

    Gabriela, o que vc acha do conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB)? O tradicional PIB deveria incorporar aspectos sociais e econômicos?

  8. Joaçir Gomes disse:

    Gabriela, já que você falou sobre os desafios de uma forma holística, hoje, o Brasil está protagonizando um momento relevante em que crescimento é acompanhado de responsabilidade socioambiental.

    Como tornar tangível o que pode parecer intangível aos olhos dos CEOs e acionistas? Como sensibilizá-los de que a sustentabilidade é um investimento para a sobrevivência de uma empresa?

  9. Julio Veiga Monteiro disse:

    Gabriela, a biotecnologia está presente em diversos produtos no nosso dia a dia, não em alimentos, aonde mais, em remédios, insulina, por exemplo?

  10. Elton Caixeta disse:

    Boa tarde,muitos produtores sabem da necessidade de produzir com sustentabilidade, trabalho os programas de sustentabilidade do algodão em MG inclusive em Catuti na agricultura familiar e percebo que falta capacitação e iniciativas para a produção sustentável. Quais são algumas das iniciativas da monsanto para auxiliar o produtor e as comunidades na produção sustentável?

  11. Márcia Muniz de Castro disse:

    Gabriela, agricultura, transgênicos são bombardeados na mídia. Vc acha que a sociedade em geral tem conhecimento sobre estes assuntos?

  12. Flaviana disse:

    Gabriela, o agronegócio é muito criticado em questões de sustentabilidade. Se o Brasil é realmente um exemplo, por que a imagem do agronegócio é ruim? Mande abraço aos meus amigos do curso de biologia da UFMS!!!

  13. Fernando disse:

    Ola gostaria de sabe oque acha dos programas de credito para agricultura de baixo carbono se a partir muitos produtores passaram a ver que praticas sustentáveis são viáveis social e economicamente

  14. Raíssa Vieira de Britto disse:

    Gabriela, na questão de sustentabilidade vc não acha que o debate é muito polarizado, entre proteção e produção. Não está faltando melhorar o diálogo? Num dá pra conciliar?

  15. Paulo Ricardo disse:

    Outra dúvida: Gabriela, para que a sustentabilidade conseguisse atingir todas as atividades e empresas possíveis, seria interessante o governo dar benefícios para as empresas que possuem essa visão ou as pessoas que deveriam ser mais críticas com relação ao que estão comprando???

  16. Elton Caixeta disse:

    Gabriela, hoje é comum as empresas aderirem, e se adequarem a protocolos de programas de sustentabilidade alguns ate com exigências para o comércio internacional. Ao seu ver se adequar a esses protocolos é ser sustentável ou é apenas um início?

  17. Marcio França disse:

    VCS VÃO DISPONIBILIZAR O VIDEO DO CHAT?

    • Equipe Sou Agro disse:

      Sim, Márcio, o vídeo entrará no ar em breve, neste mesmo link, com chamada na home page do Sou Agro! Se você teve dificuldade em participar e quer fazer sua pergunta, deixe-as nos comentários que a Gabriela responderá nos próximos dias!

  18. Heure disse:

    Sou AgroCensurador, que vergonha…

    • Equipe Sou Agro disse:

      Caro Heure, você deveria saber que o Sou Agro estimula a discussão em alto nível, mas não serve de plataforma para ofensas gratuitas e comentários que não contribuam para o avanço do debate. Há diversos exemplos de visitantes que discordam frequentemente de nossas posições e têm seus comentários publicados. Inclusive, nossa política de moderação não distingue posições; vários comentários favoráveis ao agro são moderados por serem radicais e acirrarem disputas, em vez de construir o debate. Esperamos poder continuar contando com seus comentários em profundidade!

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